6/27/2015

Cap. 4 - O DECLÍNIO

Ao terminar a conversa Gustavo sentiu-se com sorte por ter um amigo tão leal como Norton, além disso, sentiu-se forte, o líder de uma quadrilha de mafiosos que iriam dar um grande golpe, mas em seguida pensou que assaltar uma farmácia e um camião era coisa de ladrões que poderia ter muitos problemas e ainda acabar na prisão cheio de vergonha, que essas artimanhas não eram para ele, simples funcionário camarário, que seria melhor não cometer qualquer crime. Tinha dúvidas e sentiu-se numa encruzilhada, ainda a menos de cinco minutos dava ordens de execução de um assalto ao seu amigo e agora vacilava, sentia que estava a jogar numa liga fora da sua, que podia cometer um erro. Tinha de encontrar uma solução sem necessidade de arriscar o que tinha conseguido até agora.

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